Contato

Tel:   (47) 3349 1133

          (47) 8409 5818

Rua Delfim de Pádua Peixoto N° 949
Praia Brava – Itajaí

email:

ashvatta@redel.com.br 

ashvattayoga@gmail.com

Responses

  1. Hello Elias, I met you and Sergio at Las Flores, ES last May/June. I tried to email you directly but got a message that it didn’t go through. Let me know what your email address is and I will resend the photos I took of you surfing. Hope all is well with you and yours. Very truly, Sam Langham

    Olá Elias, eu conheci você e Sergio de Las Flores, ES maio / junho. Eu tentei e-mail que você diretamente, mas recebi uma mensagem que não passar. Deixe-me saber que o seu endereço de e-mail é e eu vou reenviar as fotos que eu tomei de você surfar. Espero que tudo esteja bem com você e seu. Muito sinceramente, Sam Langham

  2. figue fiquei lhe conhecento por acaso num site de surf , gravei os video falando da sua vida e com muita alegria mostrei aos meus amigos e minha familia pois vc e um exemple de vida para todos nos que amamos a vida um abraco e que Desu lhe abencoe cada vez mais , moro em poa-sp ,surf em bertioga e quando entro no mar sempre me lembro de vc surfando e agradeco a Deus por existir pessoas como vc um abraco


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Horários de Prática

 

Segunda

Terça

Quarta

Quinta

Sexta

08:00

07:30

08:00

07:30

08:00

 

16:00

 

16:00

17:00

18:15

 

18:15

 

 

19:00

19:00

19:00

19:00

19:00 Vedanta

20:00

20:00

20:00

20:00

Responses

  1. Tenho perfil no facebook, vc. está convidado a fazer parte do meu grupo de amigos…Seja bem vindo, cadastre-se e venha amigo!

  2. Olá amigo, saudades qualquer h. vou até tua escola realizar uma prática…Namastê.Fábião te manda abraços…


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Casa…

  

  Namastê amigos

 

De volta ao Brasil depois de um mês na Índia, reabriremos  a escola na Praia Brava na segunda feira dia 09 de março com o novo nome de Ashvatta Yoga.

Asvattha significa “aquela que acolhe até os cavalos”, para denotar o tamanho imenso da figueira sagrada, que dá sombra para todos  a figueira que representa a árvore da vida

 

Essa figueira sagrada é um elemento cosmogônico muito antigo e comum a várias culturas: simboliza a árvore da vida. Essa árvore, que representa o eixo do mundo, é ao mesmo tempo uma espécie de passagem entre o mundo manifestado e o invisível.

Essa árvore é chamada Ashvattha nas Upanishads, Yggdrasil na mitologia nórdica e Asherah na cultura mesopotâmica, mas aparece igualmente na Bíblia como a árvore do bem e do mal, na religião muçulmana e na dos povos indígenas da América do Norte.

Na Katha Upanishad, o Universo é representado como uma grande árvore invertida, que espalha suas raízes no firmamento e estende seus galhos e folhagens sobre a terra. Esta Upanishad descreve-a assim: “Este Ashvattha eterno, cujas raízes crescem para cima e cujos ramos para baixo, é o puro, é o Brahman, é o que se chama Não-Morte. Todos os mundos repousam nele”.

Responses

  1. Ashvatta Yoga é um bom nome para uma casa que as raízes do bem, nos convidam a desenvolver uma mente sadia, em harmonia com o mundo e com sigo mesmo.
    Quero contar minha experiência na casa.Em busca da felicidade, geralmente olhamos para fora, procuramos elementos externos, mas o controle que temos pelos elementos externos é ilusório e limitado. E comecei a sentir que meu corpo precisava de cuidados, um minuto da minha atenção em busca do autoconhecimento fisico e mental. Sentir que a cada prática desafio meus medos,anseios e dúvidas, para descobrir a certeza dentro de mim mesma, foi muito positivo. Direcionando um foco do bem, para missão, para o conforto, para a confirmação que a minha felicidade não depende do outro.
    O encontro com a felicidade é simples e singelo, no entanto nossa mente é um turbilhão de pensamentos, buscar uma posição confortavel se torna complexo, mas muito importante, pois é a mente que traduz as condições externas de felicidade ou de sofrimento.
    Quero agradeçer a oportunidade de praticar o estado do ser, a profunda prática do equilibrio emocional.

    HariOM
    Luciana do Nascimento

  2. uhuuuu!!!! massa figão, também tô de volta e logo passo aí para compartilhar uma prática contigo….
    suerte my friend!
    saudades
    bj

  3. Figao!!! Fico feliz em saber de sua recuperacao e que estas podendo curtir este seu sonho … “Everything is gonna be alright” … Sempre!!! Torco muito por vc irmao, ja fazem 3 meses que estou em Londres e sentindo muitas saudades do Prana & Yoga, mas em breve todos estaremos la novamente, porem sempre em nossas meditacoes …

    Namaste! Que seu caminho seja sempre iluminado!

  4. Namastê!!
    Estou anciosa para ver as fotos da Índia na viagem do Figue. Muita sorte!

    Keyla


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Fotos Escola

Responses

  1. [...] vez que cierra Tomas, llega Figue Diel con su ayudante quién lo guia y le explica la disposición de la sala y de las personas. Figue el [...]


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Figue na Índia

Namastê,  galera!
 
 
Após uma longa e cansativa viagem, chegamos a Dehli. Foram dois dias de viagem até  aqui. Visitamos o Akshardham Temple,  maior templo hindu da capital.

Almoçamos em um restaurante tipicamente hindu. Passamos pelas caóticas ruas da cidade… Fomos ao túmulo de um rei muçulmano construído há 500 anos, patrimônio histórico da humanidade.

A noite chegou nos presenteando com um recital de jazz indiano, alucinante!
Seguimos por seis horas a Jaipur, capital do Rajastão e conhecida como a cidade cor de rosa.

Conhecemos o Amber Fort, construído no séc XI, residência do marajá local. Subimos ao topo da colina em elefantes. 

Após o almoço em um restaurante típico do deserto, passeamos pelo tumultuado bazar local, no centro da cidade. Carros, motos, uma lojinha ao lado da outra e muita barganha, conforme o costume local.

Terminamos o dia praticando com um professor local, que aprendeu yoga com sua mãe, que era amiga de Gandhi, uma bela experiência.   
Após a prática viajamos três horas para Puskar, no centro do deserto de Thar. Conhecida como  a cidade dos hippies, Puskar foi construída a beira de um lago sagrado, rodeada por montanhas e deserto. Aqui fica o templo de brahma mais antigo da India.

Visitamos o comércio local, com muitos panos coloridos e um povo muito hospitaleiro.
Seguem algumas fotos (as do passeio de elefante estao na maquina da Angela e encaminhamos nos proximos dias).

Mandaremos notícias, porém nao prometemos a frequência devido a precariedade da comunicação local.

Figue
 
Abraço, Namastê

2ª parte da viagem…

Seguindo viagem, em Pushkar, a estada foi muito agradável. A cidade é pequena e aconchegante. No segundo dia, fizemos um passeio de camelo pelo deserto, parecíamos uma caravana de ciganos, local em que, aliás, nasceu essa cultura, espalhando-se para o mundo. Terminamos o dia com um lindo por do sol, música e dança típica cigana. Sem falar no banquete servido em grandes tapetes estendidos na areia para o grupo. No outro dia, pela manhã, fomos surpreendidos com fotos e reportagem sobre o passeio do nosso grupo no jornal local.

No dia seguinte, subimos uma montanha ao lado da cidade para conhecer o templo de Savriti, o Deus Sol, passando por dezenas de macacos e devotos. Sentimos o grande fervor do povo em acreditar que a natureza realmente é a manifestação divina. Algo impressionante! Acordamos com pujas (rituais de oferenda) e dormimos ao som de mantras.

À noite, fomos recepcionados na casa do senhor Ashoki, dono dos camelos do passeio e grande campeão de concursos de camelos adornados que tem nessa região. Curtimos um recital de citara e tabla. Após, foi servido um banquete feito pela esposa de Ashoki e as garotas do grupo, vestidas tipicamente, dançaram ao som de músicas indianas. Uma noite para se lembrar…

Na manhã seguinte, a prática de ásanas foi substituída pela prática devocional feita a beira do lago em um templo de Vishnu. O puja foi conduzido por um brâmane amigo de Pedro. A família do indiano cuida do lugar há 400 anos. Todos sentiram uma energia muito leve, pois nosso amigo era jovem e passava uma tranquilidade sem fanatismo. Uma experiência fascinante!

Encerramos nossa estada na cidade sagrada e seguimos rumo a Khimsar, uma fortaleza de 500 anos que foi transformada em um hotel. Passamos a noite na companhia de mágico, músicos e teatro de fantoches.

Após a prática matinal, seguimos a Jaisalmer, o ponto mais a oeste de nossa jornada. A cidade faz fronteira com o Paquistão, onde hindus e muçulmanos vivem pacificamente. Visitamos Jaisalmer Fort, construído há 856 anos em cima de uma colina para proteger a população de invasões muçulmanas. O forte é habitado até hoje. Vivem cerca de 25 mil pessoas ainda com os costumes tradicionais locais. Passamos por ruelas estreitas nas quais transitam muitas pessoas e vacas. Dentro do forte, há templos jainistas muito ornamentados. Havia também templos hindus dedicados a Krishna. No final da tarde, passeamos pelo deserto com camelos e ouvimos um grupo de música impressionante, muito conhecidos na região. A cultura cigana nos impressionou pelas cores, ritmos e dança das belas bailarinas.

Seguimos a Manwar, localizado a 6 Km da rodovia que liga Jodhpur a Jasalmer. É um acampamento no meio do deserto, que possui esplêndidas tendas como quartos. Esse complexo é inspirado no imperador Jehangir, conhecido pelo seu luxuoso estilo de vida, quando pernoitava no deserto a caminho das batalhas.

Jodhpur é a segunda maior cidade do estado do Rajastão, sendo conhecida antigamente pelo nome de Marwar. É um dos destinos mais procurados, por sua beleza, palácios e natureza. Esta cidade é também conhecida como a Cidade do Sol, por permanecer ensolarada o ano todo. Mas o nome de Jodhpur mais conhecido e mencionado em todos os livros da antiguidade é Cidade Azul, cor predominante das casas ao redor do palácio de Mehrangarh. Essa cor era anteriormente destinada às casas dos brâmanes, mas com o passar do tempo foi sendo usada por todos.

Após a prática, visitamos o Meherangarh Fort, situado numa pequena montanha de 125 metros de altura, hoje convertida em um museu. Andando pelos seus inúmeros quartos, temos uma idéia do antigo esplendor e luxo da vida dos marajás. Seguimos então a Jaswant Thada, uma construção de 1899, toda em mármore, em memória do Marajá Jaswant Singh II.

Voltamos para Delhi e seguimos para Rishikesh. A viagem foi de trem até Haridwar, cidade sagrada à beira do Ganges, local de grande concentração de peregrinos vindos de todas as partes da Índia. Seguimos de ônibus a Rishikesh, também situada às margens do Ganges. Esta pacata e agradável cidade é considerada a capital mundial do Yoga e anualmente recebe milhares de indianos e estrangeiros que procuram os inúmeros Ashrams para fazer cursos de Yoga, retiros de meditação e estudar filosofia hindu.

Rishikesh é rodeada por montanhas e localiza-se nos contrafortes do Himalaya, local onde o rio serpenteia por entre as montanhas, com fortes corredeiras e água cristalina, de cor verde-esmeralda, propícia para a prática de rafting.

Caminhamos pela cidade e conhecemos as duas pontes que ligam as margens do rio. A ponte mais ao norte leva o nome de Lakshma, próximo ao nosso hotel. Mais ao sul, na parte central da cidade, a ponte de Rama, em homenagem aos dois irmãos que passaram pelo local em busca da princesa Sita. No final de tarde, participamos do aarati, ritual de adoração ao rio Ganges no Parmarth Niketan, famoso Ashram na margem norte do rio Ganges.

Após uma prática, seguimos a Haridwar, para visitar e conhecer as obras de um famoso yogi e pintor, conhecido como Harish Johari. Pela tarde, passeamos até o topo de uma montanha para ver o Himalaia.

Em mais um dia alucinante, visitamos, pela manhã, a caverna na beira do rio, local em que vivia o sábio Vashishta, mestre de Rama e Sita, do épico Ramayana, de aproximadamente 4500 anos atrás. Após uma meditação nessa caverna, descemos por 3 horas as rápidas corredeiras do Ganges.

Tivemos a grande oportunidade de ver o Shivaratri, “a noite de Shiva”. Passamos algumas horas cantando mantras a Shiva no Ashram do Swami Dayananda com a energia de um ritual milenar.

Conhecemos o Swami Shankardas, que havia vivido com seu mestre durante 40 anos em uma caverna, na montanha de Nilakantha. Foi um encontro em que conversamos a respeito de uma vida de yoga, já que Swami saiu aos 8 anos da casa de seus pais em busca de respostas aos questionamentos sobre o divino e o autoconhecimento.

No último dia, fizemos um trekking de 3 horas para Nilakantha Mahadeva, um templo de Shiva nas montanhas, para onde levamos uma oferenda de água do rio Ganges. Ouvimos a história de Nilakantha exatamente no lugar onde a tradição ensina que Shiva bebeu o oceano de veneno. No dia seguinte, voltamos a Delhi e após uma longa viagem, retornamos ao Brasil com a incrível bagagem que não há preço e ninguém pode nos tirar, o conhecimento e a experiência de entrar em contato com a cultura tão antiga, que é o berço do yoga. Uma transformação em nossas almas e cada vez mais acredito que devemos repeitar as diferenças e a individualidade de cada um.

Responses

  1. Fala camarada!
    Muito massa o seu relato na India. Instigou geral! Abração e boas ondas!
    Adrian Vilas Bôas

  2. grande Figue. Ótimo.
    Beijão.

  3. Namastê Figue!! Sua historia foi muito show, neste lugar tem muita tradição e sabedoria, vou querer saber mais do professor que aprendeu a fazer yoga com sua própria mãe… E as foto conseguiram nos transportar para um pouquinho da India… Grande beijo Lu

  4. Figue, show as fotos da Índia. Viajar é incrível, e o mais incrível ainda não é o lugar que conhecemos e sim as pessoas que habitam esses lugares. Cada um no seu quadrado irmão, vivendo de acordo com seus costumes e cultura nesse lindo balão azul que é o planeta terra. Divirta-se imensamente nesse lugar fantástico. Abraços e aguardo sua volta, com vontade de ouvir suas histórias meu amigo. Stay positive…

  5. Namaste Figuão!! Beleza?? iradas as fotos!! bom receber notícias de vcs! tentei mandar email, mas retornava sempre.
    aproveita ai esse final de trip!! td de bOM pra todos ai.
    por aqui tbm td na paz!!
    abração!
    Cairo

  6. ola Figue,
    q bom saber de suas viagens pela India!
    um lugar q transforma a alma!
    tudo de bom para vc, Angela e Pedro e a galera com vcs,
    hari om,
    Gloria

  7. Dale Figue!
    Conta ai como estao as coisas, brou!
    Claudio me contou que assistiram a um show de jazz indiano!! Uau!!
    Demais cara!
    Escreve esse blog ai, cara!! uhu
    Abraço pra vcs, divirtam-se!
    Joao Coiote

  8. E ae Figao!!!
    Que irado irmao nos pes dos himalayas, estamos ai contigo!!! abracao

  9. E ai figão hari om… coloca os indianos pra praticar forte irmão…aproveita a trip, positive vibrations e divirta-se nesse caldeirão mágico que é a Índia. NAMASTÊ…


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